
Esse é o diário de viagens de
Lion StrongClaw
Conhecido também como o Leão da Alvorada.
Um servo leal a Lathander e que sua luz possa
guiar meu caminho na direção certa.
Bom não sei nem por onde começar esse pequeno
diário de peregrinação, mas meu mestre Laydus
disse que seria uma boa ideia para guardar
minhas memória e um bom jeito de colocar meu
pensamentos pra fora.
Acho que ele disse isso por que sou bem solitário
e não consigo confiar nas pessoas.
Espero criar o hábito de escreve nesse diário
algumas vezes.
Pelo menos é o que espero.
Dia 3
Finalmente consegui terminar os preparativos
para minha partida, cada um dos meus antigos
companheiros decidiu ir para um lugar.
Eu estou indo para o norte, ouvi dizer que existe
uma relíquia de grande poder por lá, talvez ela me
leve até Elmister ou Mordenkaimer, pelo menos é
o que espero.
Dizem que as montanhas são
altas e o clima no norte
é bem mais frio, mas
acho que não terei
problemas com isso.
Há rumores que
vai ter um festival.
Dia 7
A viagem está tranquila, no caminho a muitos
viajantes e alguns comerciantes.
Hoje ajudei um pequena
caravana com um problema
em uma de suas carroças,
nada muito difícil, mas
eles decidiram me dar
uma carona por alguns
dias, vai ser bom para
descansar os pés.
Lathander os colocou no meu caminho e eu no
deles.
Dia 10
Hoje foi mais um dia calmo, mas foi um dia de
despedida, deixei meus companheiros mais uma
vez.
Nota: Aurogues, apesar de serem grandes
criaturas, são muito dóceis, quando terminar
minha busca, quem sabe não acabe com um
rebanho dessas criaturas
Dia 15
Já consigo ver as montanhas do Norte se
erguendo ao longe.
Dia 16
Tive que mudar meu caminho
para Yartar, acho que não
trouxe comida suficiente,
por isso vou ter que
passar por lá, mas acho
que serei rápido, quem
sabe não tome um banho
e descanse em uma boa cama e tenha uma
refeição quente.
Dia 19
Hoje parei nas margens do rio, não se é o
Dessarin ou Surbin, mas me vi pensando no
passado.
Sei que nunca fui aceito no meu clã desde que
cheguei, mas eles não mereciam o destino que
tiveram. Alias, ninguém deveria ter um destino
daqueles.
Um dia espero retribuir todo o carinho e
confiança que o Brisa do Inverno depositou em mim
e quem sabe não encontre seu companheiro Ur’Tyr,
ele me disse que Ur’Tyr era um Bárbaro Guerreiro
devoto do Deus Tyr e como ele é um Goliath, talvez
eu o encontre nas montanhas do norte, não é mesmo?
Se for a vontade de Lathander, nossos caminhos se
cruzaram.
Dia 23
Finalmente cheguei na Vila das Cantigas
Dia 24
Lathander realmente sabe me guiar conforme sua
vontade.
Ontem decidi não entrar na cidade, fiquei apenas
observando as caravanas chegando para o festival
e justo no dia em que entro Lathander guiou
meus passos para o Falcão Perdido.
E o que parecia ser só mais uma noite em uma
taberna, se tornou um banho de sangue.
Dizem que isso pode ser normal em alguns
lugares, mas acho que por aqui esse foi um dia
atípico.
Acabei me juntando com outro aventureiros,
conseguimos libar com os bandidos e para nos
agradecer o taberneiro, que se chama Jaris, nos
deixou ficar no Falcão Perdido por essa noite com
comodidades, comida e bebida de graça.
Jaris parecer uma boa pessoa!
E tenho que admitir que
a cerveja era muito boa!
Dia 25
Hoje conheci melhor meus “companheiros”:
ULLA – uma gnoma muito esperta, acho que ela é
LADINA, preciso FICAR DE OLHO nas suas mãos.
INMSH – um Orc ou algum híbrido de Orc, apesar
de ser grande ele tem bom coraçãp, mas TRISTE.
LUCCERO – tem uma personalidade estranha!
FICAR DE OLHO!
BASK – parece ser um humano bem tímido, ele
usa mascara quase o tempo todo. Estranho, pois
ele é um bardo
CEDRACK – parece um carinha durão, mas acho
que ele sofreu muito no passado como eu.
VOU ME APROXIMAR DELE!
Apesar de sermos bem diferentes, creio que
temos o mesmo objetivo. Acho que estou mais
perto de encontrar o artefato, mas não sei se ele
será útil na minha busca.
Pelo menos o Mapa e as poções que o Jaris nos
deus serão úteis.
Espero me dar bem com esse pessoal, pois a
viagem é LONGA!
Dia 27
Hoje encontramos um pequeno esquilo que estava
machucado, parecia ter sido atacado por alguma
ave de rapina.
Depois de curar suas feridas, percebi que ele era
um pouco diferente dos demais, pois ele era maior
e tinha uma coloração avermelhada. Além disso
acho que ele não confia em mim, pois mesmo
depois de curar e segurar a pobre criatura com
todo o cuidado, ele decidiu ficar com U la.
Acho que é por conta de minha
aparência, sempre me disseram
que pareço mais comopredador.
Dia 30
Hoje me juntei ao grupo, eles falam bastante,
descobrir que o Cedrack é um ótimo cozinheiro e
quando cozinha ele, literalmente mudam, nem
parece ser o mesmo. Sinto que ele está sofrendo
por conta de algo, talvez ele tenha passado pelas
MESMAS COISAS que eu!
Acho que meus laços com o resto
do grupo estão se estreitando,
mas só vou saber se realmente
estão do meu lado após
uma batalha.
Pois é quanto estamos
de frente para o perigo
que conhecemos nossos verdadeiros aliados.
Dia 33
Estamos nos aproximando cada vez do nosso
objetivo e hoje pela manhã vimos um dragão
voando ao longe.
Não sei dizer ao certo o quão perto ele estava de
nós ou se era REALMENTE GRANDE!
Um dia espero ter força para encarar um dragão
como aquele, se eu estiver preparado e se fora a
vontade de Lathander, tenho certeza que terei a
VITÓRIA.
Dia 34
Amanhã será o dia que chegaremos ao nosso
objetivo.
O Luccero disse que ouviu algo ontem a noite,
acho que eram lobos e tenho
certeza que o Cedrack
ficaria feliz em cozinha-los
pra gente!
Confeso que nunca
comi carne de lobo,
será que é boa?
Dia 35
Tenho que dizer, pensei que iriamos morre na sala
com o orbe congelante!
Se não fosse pelo inteligência da U la, creio que
teríamos perecido no interior daquela caverna
gelada.
Preciso ser mais útil para o grupo
Pelo mesmo conseguimos sair e armar o
acampamento, a Mula que o Bask comprou ficou
numa boa e o Cedrack preparou uma refeição
quente para gente. Ele disse que vai nos proteger
do frio, me sinto mais
quentinho essa
noite, nem o frio
incomoda.
Cedrack mandou
muito bem
nessa sopa
Mas vejo que a Ula está um pouco preocupada
com o que pode estar na próxima camara. Pelo
que encaramos até agora o Cedrack, o Bask e eu
achamos que possa ser um Golem de Gelo, mas
termos que esperar para ver.
O Inms parece estar bem tranquilo, depois que
comeu começou a afiar seu machado. Quanto ao
Luccero, ele parece bem
quieto essa noite.
Será que é um
Golem mesmo?
Dia 36
Era realmente um GOLEM DE GELO! Mas
conseguimos lidar com ele, pois ele já estava bem
debilitado!
Infelizmente quando acordamos essa manhã o
Luccero nos deixou e sem dizer nada, espero que
ele encontre seu caminho.
Enquanto estamos enfrentando a criatura o Bask
acertou uma especie de artefato que tinha algo
dentro. Eu o peguei e era uma especie de amuleto
da neve. Vou deixá-lo em minha posse por
enquanto até descobrir o que ele faz.
A Ula encontrou umas informações e esse é um
de três artefatos do FILHOS DA TEMPESTADE.
Procurar mais sobre em Waterdeep
Um amuleto gélido que emana uma aura arcana.
Não era bem o que esperava, mas acho que
pessoal nas Torres da Manhã de Waterdeep pode
me ajudar com isso. Caso contrário, teremos que
ir para Candlekeep.
Dia 37
Nossa viajem de volta para Vila das Cantigas
começou com uma triste noticia, Bask vai deixar o
grupo. Ele recebeu uma carta de uma coruja e
precisará partir para sua terra natal,
Acho que vamos tentar resolver esse enigma da
Tempestade antes de nos encontramos
novamente.
Gostava muito do Bask, ele tinha
ótimas rimas e vai fazer
falta.
Ele foi bem generoso ao
deixa a Mula Lah conosco!
Pensando bem, acho que
ele fez isso para poder
ir mais rápido, será?
Dia 44
Os dias se seguiram bem calmo, o Inmsh tem
falado mais, não mais do que a Ula, por Lathander
como ela fala.
Tenho que dizer, tem vezes que eu não entendo o
que ela fala, de tão rápido que as palavras saem
de sua pequena boca,
acho que isso deve
ser algum traço
de Gnomos.
Ula Turen, Gnoma,
Ladra e fala mais que
seu tamanho! Acho que
ela fala sozinha
as vezes!
Dia 46
Estamos chegando a Vila das Cantigas, amanhã já
conseguiremos ver as casas, acho que chegamos
na hora do almoço, mas infelizmente Bask está
indo embora hoje.
Cedrack preparou um ensopado com o coelho que
a Ula pegou para nossa refeição de despedida.
É muito triste ver um companheiro
partir, mas o ensopado estava
UMA DELÍCIA! Comeria isso
todos os dias!
Adeus Bask, que Lathader
guie você por um caminho
seguro até seu destino.
Já faz quase um mês, mas
ainda sinto sua falta Bask
Dia 47
Infelizmente tivemos outra notícia ruim ao chegar
na Vila das Cantigas. A vila foi atacada por um
grupo chamado Zhentarim, acho que eles estavam
em busca do artefato que tenho em minha posse.
Mas vendo a cara da Ula, acho que eles também
estavam atrás dela, deve ter algo em seu passado
que ela não nos contou, só espero que não traga
muito problemas para nós como trouxe para o
pobre Jaris.
Simbolo dos
Zhentarim
Será que eles possuem
alguma relação com um
culto a um Dragão?
Jaris era um homem simples e de bom coração,
não era muito corajoso, mas sabia muito bem
como acomodar seus visitantes.
Sempre um um grande sorriso no rosto e uma ou
duas canecas de cerveja em suas mão, ele estava
sempre disposto a ouvir e contar suas histórias
noite a dentro.
Apesar de não o conhecer há muito tempo, pude
sentir que ele era uma boa pessoa.
Se tivéssemos ido mais rápido, se tivéssemos sido
mais espertos na sala congelante, talvez . Talvez
nos tivéssemos chegado MAIS CEDO!
Sinto muito Jaris por não ter o poder para
trazê-lo de volta.
Juro por Lathander que o VINGAREMOS!
Jaris, O Taberneiro
Dia 48
Ontem foi realmente um dia triste. Além de
matar Jaris os Zhentarim queimaram sua
taberna e acabamos descobrindo que Jaris tinha
uma filha chamada Orianna, que após ver seu pai
morrendo em seus braços jurou vingança contra
os Zhentarim e é claro que vamos ajudá-la.
Espero um dia poder
reconstruir o
Falcão Perdido
Descobrimos através da U la, que os Zhentarim
estão baseados na região de AMN, mas antes
decidimos adiar nossa vingança para ir em busca
do segundo artefato da Tempestade.
Pobre Orianna, não merecia esse destino tão
cruel, vou rezar para que Lathander cure suas
feridas.
Dia 50
Será que estou sendo paranoico? Ainda acho que
Ula não nos contou tudo o que ela sabia sobre os
Zhentarim, acho que pode ter algo em seu
passado que nos ajude nessa busa.
Acho que terei que ganhar sua confiança com uma
velha tradição da minha tribo.
“Uma história, pro uma história.”
Dia 53
Mais 15 dias e chegamos em Waterdeep, hoje me
peguei pensando em como chamar nosso grupo e
tive alguma sugestões.
Brigada de Lathander;
Brigada da Alvorada;
Vingadores de Jaris;
Taberneiros do Amanhecer;
Taberneiros de Jaris;
Brigada de Jaris;
Unidos por Jaris.
Saudades da cerveja
do Jaris! Espero que
a Orianna saiba mesmo
reproduzir a receita
Caravana de Jaris ou
Caravana do Amanhecer
parecem ser bons também
Dia 55
Orianna ainda permanece quieta, e temos um
outro companheiro que fala menos que ela. Ele é
uma especie de maquina, ou algo assim, chamamos
ele de Apo lo.
Acho que está
faltando algo .
Será?
Poxa Lion, esse nem
parece o Apolo! rs
Apo lo nos disse que vai nos
acompanhar para se vingar
do que fizeram com Jaris!
Toda ajuda é
bem-vinda!
Dia 57
Estamos chegando na metade do caminho e ainda
não tenho certeza se o Imish vai conseguir entrar
em Waterdeep sem nenhum problema,
Mesmo que ele seja um Meio-Orc (pelo menos eu
acho que sim) as pessoas temem e até tem medo
de sua raça.
Por sorte tenho meu salvo conduto, só espero que
ele seja o suficiente para que meu irmão de armas
possa entrar naquela cidades caotica chamada de
Waterdeep.
Mesmo que eu tenho esse trunfo a meu favor,
espero não ser obrigado a usá-lo e que o pessoal
de Waterdeep possa aceita o Imish pela pessoa
corajosa e gentil que eu conheci nesse ultimo mês.
Dia 58
Apesar de estar desconfiado com a Ula, acredito
que ela é uma pessoa boa! Pois ela, assim como
eu, as vezes é ingênua. Como hoje mais cedo
quando vimos ELEFANTES!
Elefantes são D+
SIM vimos ELEFANTES!
Eles são tão grandes,
nunca tinha visto
um tão de perto!
Foi realmente uma
experiência INCRÍVEL!
Fora que conseguimos
alguns equipamentos para
o pessoal.
Além disso o Cedrack provou mais uma vez seus
dotes culinários! Ele preparou uma comida muito
boa que nos concedeu um belo desconto, assim
como o Bask fez quando saímos da Vila das
Cantigas.
Como será que o Bask está agora?
Espero que bem!
E fizemos um novo
contato com o lider
da caravana dos
elefantes,
MunBhi Aster.
Já estamos na metade do caminho para
Waterdeep e estou preocupado, principalmente
com a Ula. Waterdeep é uma cidade muito grande
e tem pessoas vindas de todos os lugares,
encontrar alguém que a esteja procurando é
apensa uma questão de tempo.
Essa alabarda tem um grande
alcance, vai ser muito útil!
Ah . comprei uma arma nova,
ainda estou me adaptando, mas acho
que logo vou conseguir usá-la com maestria.
Mas no fim da tarde Ula me chamou para caçar e
finalmente tivemos nosso momento. Trocamos
nossas histórias e pude entender melhor sua
preocupação com o que houve com Jaris.
Entendi que ela não teve culpa nenhuma com o
que aconteceu, acho que foi uma infeliz
coincidência, espero que a culpa não a consuma
aos poucos.
x
Ula sempre parece ser
durona e pronta para
encarrar qualquer um,
mas hoje vi um lado dela
mais gentil, mais leve.
Acho que agora sei
porquê o Torsk gosta
dela.
Agora posso
confiar na U la
Dia 59
Ontem a noite Ula ouviu um barulho distante e
hoje decidimos ir investigar. Chegamos em uma
vila, Red Lanch, que estava completamente
destruída.
Encontramos somente um homem muito
machucado com marcas de mordidas na barriga,
eles estava muito mau, mas através de mim o
poder de Lathander pode curá-lo.
Pobre Tom Jobim, assim
como eu perdeu tudo aquilo
que um dia conheceu.
Tom Jobim nos disse que é um carpinteiro e acho
que vai andar conosco por um tempo. Pelo menos
até termos certeza que ele não vai se tornar o
que seus vizinhos se transformaram.
Enquanto ele toma contava conta da Mula Lah,
seguimos a direção que ele nos apontou e os
rastros deixados pelos antigos moradores de Red
Lanch e chegamos num templo antigo,
mais parecido com uma tumba.
Pelo que vi essa tumba
foi dedicada ao deus
da morte Kelemvor.
Tumba dedicada a Kelemvor
Meus companheiros entraram na frente enquatno
eu e Cedrack ficamos para trás, nos ouvimos
gritos e sons de luta e corremos para dentro,
Orianna ficou bem ferida, mas conseguir resgatá
la depois de uma breve batalha.
Rapidamente a Ula encontrou uma passagem
secreta que nos levou a um túmulo mais a dentro.
Algumas notas:
Apo lo pode ser útil;
Imish está melhor com a espada grande;
Cedrack me pareceu mais confuso hoje;
Ula me surpreendeu;
Orianna é forte, mas ainda é inexperiente.
Preciso proteje-la
até que ele fique
MAIS FORTE!
E a principal é para mim, NUNCA MAIS vou
contrária os desejos de Lathander e jamais vou
mexer um tumbas novamente. Se aquilo
aconteceu comigo foi por um motivo bem óbvio.
NUNCA MAIS
vou mexer em
túmulos e tumbas
Depois que Lathander
me colocou no caminho
certo novamente, encontramos
uma sala infestada por zumbis com uma estranha
balança dourada, muito parecida com o símbolo de
Kelemvor, mas o que nos surpreendeu foi um
monstro esqueletico imenso.
E mesmo com Lathander ao meu lado não resisti
ao poder daquela criatura e cai, mas não antes de
deixa-lo enfraquecido o suficiente para que o
Apo lo o derrubasse, essa foi por pouco.
Ao ver essa criatura, lembrei do triste fim da
minha tribo, mesmo depois de 10 anos, ainda sinto
calafrios ao enfrentar Mortos-Vivos. Tenho que
ficar mais forte, não posso deixar que aquilo
aconteça novamente.
Tenho que adimitir que perdemos um bom tempo
com aquela balança de Kelemvor, acho que foi algo
feito para perdermos tempo mesmo! Por sorte a
Ula acabou descobrindo que era tudo parte de
enigma para pegarmos o Martelo de Kelemvor.
Pensei em mantê-lo ele por perto para que
ninguém caísse em tentação, mas ao poucos senti
que a a influência de Kelemvor me dominava.
Então algo incrível aconteceu.
Conseguimos o Martelo de
Kelemvor graças ao Apo lo,
mas acho que ele pode ser
uma má influencia.
O próprio Lathander, em sua majestade
esplendorosa, surgiu diante de mim e me ajudou a
me livrar da influência de Kelemvor. Percebi que
devo me manter no caminho de Lathander, pois ele
é puro, ele é o amanhã, ele é o renascimento.
Mas mesmo depois de ter renascido através da
presença de Lathander, nossa missão ainda não
estava concluída e fomos que lidar com quem
estava causando todo aquele problema.
Após passar por algumas armadilhas
de veneno que a Ula e o Apolo
desarmaram, chegamos a uma
sala onde encontramos um
“padre”, pelo menos ele estava
vestido assim.
Tentei conversar com ele, pois
Kelemvor é um deus que mais abomina os
mortos-vivos, pois eles vão contra a ordem
natuaral da vida que é a morte, mas para a minha
surpresa e de meus companheiros, encontramos
nosso algos.
Enquanto encarei quele sacerdote da morte, meus
amigos tiveram que lidar com uma criatura
enorme, um morto-vivo não muito familiar para
mim, mas sua força se mostrou grande assim
como seu tamanho!
Precisou que cinco de nós focassem
seus ataques naquela criatura até que
finalmente conseguimos derrotá-los.
Nunca tinha visto um
Ogro Zumbi antes,
imagino quanto poder
profano foi necessário
para criar tal
aberração
Temo e esse seja somente o início e que tudo o
que eu vivi um dia venha a acontecer novamente!
Não vou permitir que mais um massacre aconteça
com qualquer outra vila, povoado ou cidade. As
pessoas, as criaturas, ninguém deveria passar
pelo que passei. Ninguém vai viver esse desespero
novamente!
NÃO POSSO DEIXA QUE ISSO OCORRA!
Acho que terei que falar sobre meu
passado com o pessoal!
Antes vou terminar meu compromisso com eles:
1.
2.
3.
4.
Vamos finalizar a vingança da Orianna, talvez
até ajudemos a Ula no processo;
Preciso de mais poder para lidar com quem
quer que seja, terminar a busca pelo itens
dos Filhos da Tempestade é uma boa;
Me livrar desse mau que está surgindo
Buscar mais informações sobre meu passado!
Acho que essa é uma boa lista de tarefas por
enquanto.
Sobre nosso futuro inimigo, que pode ou não ter
relação com o que houve em Maztica, acho que
esse bilhete que encontramos pode nos ajudar
bastante.
Não sei quem diz, mas a frase “A vida de um
aventureiro nunca tem paz” estava certo!
Mau chegamos na cidade o Tom, o Cedrack se
separou novamente para fazer seus rituais e ele
acabou sendo morto!
Pelo visto, ele fazia seu rituais estripando corpos,
já tinha desconfiado que el fazia algo assim, mas
tentar matar uma pessoa para se fortalecer, isso
é inaceitável!
Infelizmente sua busca por poder foi sua ruína,
espero que sua adaga seja bem utilizada pela U la
e que sua ganancia por poder não passe para ela
como um maldição.
E como surpresa demais não é pouca! Conhecemos
uma jovem chamada Greta que também estava
indo para o Waterdeep!
Uma joven barbara
cheia de energia que
chegou desafiando
Imish, mas ele deu uma
lição dela kkkkk
Dia 60
Hoje de manhã pedi para examinar a carta
que encontramos com o “Sacerdote”.
Precisamos descobrir mais sobre Thar
antes de partir:
Como é o terreno de lá?
Como sua politica é organizada?
Será que teremos algum aliado
por lá para no ajudar?
Existem outros inimigos com
quem devemos nos preocupar?
Talvez eu não tenha o poder
necessário ainda, mas espero que
minha aventura para vingar Jaris e
encontrar os artefatos dos Filhos da
Tempestada sejam o suficiente para
me dar o poder necessário
O poder para controlar os mortas,
está fora de controle?
Será que ainda teremos
tempo para impedir que
o pior aconteça?
Creio que impedimos
mais servos de entrarem
para suas forças
Lathander me deu uma revelação e eu pude ver .
Flashes de sua vila sendo destruída por mortos
vivos, uma figura encapuzada ao longe,
manipulando as forças da morte. O rosto
permanece escondido, mas um nome começa a
surgir: Zarkhul.
Precisamos saber quem é Zarkhul!
Finalmente consegui
contar para todos o
que eu vi!
Ontem foram tantas coisas para escreve que
quase me esqueci .
Nosso novo companheiro Tom Jobin é um
excelente artesão, além de carpinteiro ele também
é um coureiro, acredite ou não ele fez uma
armadura para nossa queria Mula Lá.
Sei que ela não entrará em masmorras ou lugares
perigosos onde sempre temos que batalhar por
nossas vidas, mas já fico mais tranquilo em saber
que ela está mais
protegida do que
antes.
Será que dá pra usar
a Lá como um
cavalo de guerra?
Por conta do que houve com Apolo e Imish na
tumba de Kelemvor, resolvemos amarrar o Apo lo
em uma árvore para a segurança de todos.
Se o Apolo se virar
contra nós
novamente, teremos
que vende-lo como
sucata!
Como presenciei o que houve, Imish me explicou
que Apolo o atacou durante a luta final e quando
pedimos explicações sobre o ocorrido ele nos
contou um pouco de sua história.
E pelo que entendi, ele foi criado como uma
maquina de guerra e por conta de todos os seus
anos nos campos de guerra ele adquiriu alguns
traumas que fazem ele enlouquecer por curtos
períodos de tempo. Não sei se é algo para me
preocupar, mas vou ficar de olho!
Depois compartilhei minha visão e a U la contou a
eles sobre o seu passado, assim como ela fez
comigo. Então juramos ajudar uns aos outros em
nossa busca, mas não sei se a Greta vai querer
nos acompanhar nessa aventura, será?
Mas antes de mais nada, precisamos chegar em
Waterdeep, de lá a gente resolve essas coisas.
Dia 65
Faz 5 dias que deixamos a casa de Tom para trás
e faltam mais cinco dias para chegamos em
Waterdeep.
Em nosso tempo livre a Orianna tem ensinado
para a Ula e eu um pouco de Infernal, ainda tenho
problema com algumas pronuncias, mas de resto
estou indo bem, mas a Ula é bem melhor nisso do
que eu.
Até consegui escrever uma carta agradecendo ela
pela paciência e calma que tem com a gente.
Enquanto isso o Apo lo e o Imish tem treinado e a
Greta . bem, acho que consigo entendê-la, pois
agi da mesma forma com esse grupo, mas sei que
ela pode ser confiável.
Dia 68
Hoje tive um sonho muito estranho, sonhei que
estava no meio de uma horda de mortos-vivos,
zumbis e esqueletos, brandindo uma alabarda
montado em um poderoso urso que vestia uma
armadura!
Será que é fácil domesticar
um urso?
Será que essa é mais uma visão que Lathander
está me guiando?
Dia 70
Após mais alguns dias de viagem finalmente
chegamos ao nosso destino, Waterdeep!
Como sempre, os portões das cidade estavam
cheios, bem típico de uma grande cidade que
abriga e trás pessoas de todos os lugares!
Demoramos muito para entrar na cidade e já
estava entardecendo, por isso só deu tempo de ir
a uma taverna, procurar por estadia.
Como vamos encarar uma grande jornada
precisamos ir atrás de alguns trabalhos e a U la,
assim como a Greta deram algumas sugestões:
Procurar por cartazes de missões;
Ver se tem evento de luta na arena;
Bater carteiras (não recomendo!).
Mas amanhã tenho que ir as Torres do Amanhã
ver se o que posso descobrir sobre os Filhos da
Tempestade.
Então fomos parar no O Javali e o Machado, uma
taberna do Trade Ward, já estive lá algumas
vezes e bem, resumindo muito as coisas, bebemos,
dançamos e o Imish foi desafiado para um duelo,
pelo menos foi isso que me contaram.
E a Ula consegui encontrou um cartaz para um
trabalho que é aparentemente simples e ela vai no
local para ver os detalhes
Não lembro muito bem, mas só sei que acordei
com o Imish roncando do meu lado, acho que dei
trabalho ontem!
Obrigado Imish!
Dia 71
Depois do café o pessoal me disse o que houve e
parece que o Imish foi desafiado para um combate
na arena. Então decidimos nos dividir e investigar
um pouco algumas coisas.
Ula e Greta foram atrás do contrato de serviço
que a Ula achou ontem, Apolo foi ajudar o Imish
ma sua disputa contra um cara do seu passado, e
eu junto com Orianna fomos as Torres da Manhã.
E para minha grande surpresa, quando chegamos
ao Templo de Lathander, encontramos meu
salvador, meu mestre e amigo, Laydus!
Laydus sempre foi um cara um pouco rude e duro
as vezes, mas sempre teve um bom coração e foi
muito bom mesmo vê-lo novamente.
Contei a ele sob os acontecimento dos últimos
dias, sobre os mortos vivos que encontramos na
tumba de Kelemvor, sobre Thar e o nome que
encontramos, Zarkhul!
Ele nos disse que estão recebemos muitos relatos
essas criaturas em direção a Thar e muitos
guerreiros vem sendo contratados para defender
algumas cidades naquela nas regiões próximas.
Mas ao que parece tudo, ainda está sob controle.
Logo após contei sobre os Filhos da Tempestade e
mostrei o amuleto que consegui.
Laydus me garantiu que não temos muitas
informações sobre os itens, onde encontrá-los nas
bibliotecas de Waterdeep e que mais informações
poderão ser encontradas
em Candlekeep.
Então nos reunimos na Arena do Triunfo para
assistir a morte do nosso querido Imish!
Nunca me senti tão impotente em minha vida, ver
aquele seu oponente esmagar seu cranio e não
poder fazer nada! Nada para impedi-lo, nada para
salvar a vida de meu amigo!
Primeiro Jaris, depois Cedrack e agora Imish!
Será que não poderei manter minha promessa de
salvar meu companheiros, meus amigos?
Será que esou amaldiçoado a sempre ver as
pessoas que me importo morrer?
Lathander, por favor me de a sabedoria e o poder
necessário para que eu possa salvar aqueles que
dependem de mim!
Imish, o Verde
Adeus Imish, que Lathander guie seu caminho
para um novo renascimento.
Com muita dor no coração, fiz uma cerimônia de
despedida do Imish, a Greta nos deu algumas
dicas de como fazer um enterro apropriado.
Adeus Imish!
Fizemos uma típica cerimônia barbara onde
embarcamos Imish com seus itens de maior valor
em um barco simples e o queimamos.
Tivemos uma noite de bebedeira, conversas sobre
nossas missões e por onde irmos a seguir.
Hoje foi dia triste para todos nos, acho que pra
mim foi mais cheio de emoções, reencontrar
Laydus me fez um pouco mais feliz, mas perder
Imish foi uma grade surpresa.
Dia 72
Logo pela manhã fui ver Laydus novamente, pois
ele me disse que tinha algo para mim. Agora
imagina a minha surpresa ao ver que teria de ser
guia para um Clérigo!?
Sim um Clérigo, mas é como sempre digo, ajuda
nunca é demais e será bom ter mais um devoto
de Lathander por perto para ajudar.
Preciso comprar mais
tinta verde, gastei tudo
para fazer as ultimas
artes do Imish
Tibor parece ser bom com as palavras, ele fala
pouco, mas sempre diz o que precisa ser dito.
Acho que ele tem uma compreensão diferente das
coisas, pelo menos um pouco diferente dos demais.
E finalmente fomos cumprir o contrato que a Ula
conseguiu pra gente,
Depois que saímos de Waterdeep, seguimos para
a floresta ARDEEP, depois de seguir por algumas
horas nas trilhas da floresta,
finalmente chegamos ao local
indicado pela contratante.
Do meio das árvores
surgia uma estranha torre
grande e de aparência
muito estranha.
Como que tentei me
aproximar do local, sem
querer acionei uma
armadilha de teias de
aranha e logo fomos
atacados!
Tenho que admitir que nunca tinha visto esse tipo
de criatura mecânica antes.
Elas eram bastante rápidas, voamos e davam
ataques elétricos como se fossem ondas de
choque.
Como estava na vanguarda, tomei diversos
ataques e antes mesmo que pudesse contra
atacar com as devidas proporções, cai inconsciente
Lathander realmente age de formas que as vezes
nem eu mesmo posso acreditar, quem diria que
nosso mais novo companheiro, ele mesmo, Tibor,
me salvaria dessa situação.
E enquanto a gente se recuperava, orei com Tibor,
para que Lathander dê a ele uma graça em forma
de agradecimento e entramos na torre.
Depois de fazer uma caminho, um tanto estranho,
a Ula desarmou algumas armadilhas de forma
majestosa e descobrimos que a porta de entrada
era uma ilusão!
Após passarmos por alguns corredores e salas
com teças de metal espalhadas, no deparamos
uma câmara completamente
cheia de fumaça que escondiam
inimigos que não eram muito
fortes, mas aquela estranha
névoa dificultou bastante
nossa batalha.
Mesmo sendo nosso inimigos,
tenho que adimitir que esse
foi um belo trabalho de
construção
Por sorte a Ula conseguiu encontrar um ralo, a
fumaça foi dissipando aos poucos e só então vimos
o estrago que foi feito
A Orianna nos disse
que ficou entre a vida
e morte algumas vezes
e vimos todos, de uma
forma ou de outra,
tinham sofrido algum
tipo de dano.
Por sorte conseguimos
encontrar as coisas de
Eribela e logo confron
tamos nosso algos.
As vezes me esqueço que a
Orianna, mesmo sendo tão
poderosa também é frágil.
Não sei dizer ao certo como era nosso inimigo,
aquele que roubou suprimentos dos viajantes, mas
sei que ele era um mago, um artifice!
Infelizmente isso causou
algum gatilho no Apo lo
que acabou atacando a
Ula novamente, mas no
final tudo acabou “bem”.
Quer dizer, mais ou menos .
Porque no final nosso inimigo acabou fugindo!
Explorando um pouco mais a torre do mago
fugitivo, descobrimos que ele roubava os
suprimentos dos viajantes para tentar curar seu
cachorro, que era bem dócil por sinal.
Por fim recuperamos os suprimentos roubados e
alguns espólios.
Dia 73
Na manhã desse dia confrontamos o Apolo sobre
o porquê dele ter atacado a Ula e ele nos explicou
que foi algo relacionado a sua criação.
Ao que parece existem coisas, situações que o
deixam fora de controle. Além disso ele nos
revelou que seu criador está de olho nele e de
alguma forma ele consegue saber aonde o Apo lo
está e o que ele está fazendo.
Vejo que o Apolo está
arrependido, mas
precisamos ficar de olho e
tentar ajudá-lo a se livrar
desse mal
Naquela tarde já chegamos novamente aos
portões de Waterdeep e assim que conseguimos
entrar na cidade, fomos direto para a Guilda dos
Aventureiros onde finalizamos nosso trabalho e já
conseguimos outro com um tals de Karlos,
Kartos, Kastus ou algo assim .
O importante é que ele
é um ferreiro e ele vai
poder nos ajudar se
a gente ajudar ele a
recuperar a sua forja
que fica nos esgotos!
Será que o nome
dele era Tarkos?
Depois disso fomos em algumas loja comprar
suprimentos, finalmente nos encontramos com o
Karlos e fomos a uma das entradas para os
esgotos.
SIM! Existem ratos gigantes nos esgotos de
Waterdeep!


